Just my Imagination

Hannah Hebron.
19.
Brazil.
I love...
Love.
Glitter.
Beautiful places.
Tel Aviv. Israel.
Russian Literature.
Bossa Nova.
Rock'n'Roll.
Pop.Art.Music.Everything
Cooking.
Beach.
Beautiful Days.
Red.
Kisses.
Cake.
Life.

Código R

Se eu fosse uma Constanza da vida e alguém viesse até mim para pedir um conselho, eu já o teria na ponta da língua: Erre! Na verdade, quando cometido,o erro tende a passar despercebido, então, para completar o conselho eu diria “se permita experimentar…e erre!”

Muitos revirariam os olhos e – se me permitem o uso do jargão – sambariam na minha cara com seus looks impecáveis extraídos – para não dizer copiados – do blog da fulana de tal ou da beltrana famosa. Não me entendam mal, não acho errado desejar uma bela peça, mas da inspiração à cópia o caminho é duro e tortuoso.

Bem, vamos às explicações, já que é isso que vão me pedir na hora que pescarem a mensagem “se vistam mal”. Nana nina não, o intuito não é ver um exército de mulheres horrorosas por aí, mas estilo é uma coisa que não nasce ao contratar de um stylist, mas sim, ao “alimentar da criatividade”.

Quando mais nova, nunca fui obrigada ou proibida de vestir NADA, minha mãe nunca teve vergonha de mim, mesmo quando aos 6 anos eu queria sair de casa com um vestido de saia rodada de bolinhas acompanhado de uma camisa floral por baixo (oi, mix de estampas), ou aos 9, quando eu fui de polainas de lurex para a festinha de uma amiga, aos 12, quando juntei meia calça fosca rosa choque com saia de organza preta e blusa de paetês, e muitas outras ocasiões que merecem espaço na memória de moda…Minha mãe nunca olhou torto ou condenou NADA disso, e por isso (dentre milhares de outras coisas lindas que se deram na minha criação), agradeço fervorosamente à mulher que me deixou expressar o que quer que fosse por meio das minhas roupas.

Essas pequenas experiências da “mini alquimista do closet” me formaram como a mulher que usa uma peça não porque alguém usou, ou porque ela está inserida em uma tendência super comentada, mas sim porque hoje, aos 20 anos, depois de muitos erros, sei que continuo usando uma roupa para me expressar, porém, experimento menos e sei mais sobre quem eu sou e o que eu gosto. Na época, essas experiências não pareciam erros, também não pareciam coisa das mais certas, mas aos 6, 9 ou 12, eu me permiti…E mesmo dando boas risadas de fotos antigas, sei que todos esses “erros” construíram a minha identidade, a identidade de uma pessoa que não se veste para se encaixar, mas para assim como fazemos com o cérebro e os lábios, pensar e falar.

Sair de casa para ver TODAS as mulheres usando grandes colares e roupas completamente iguais é doloroso. Será que a nossa geração é tão deslumbrada assim a ponto de deixar de questionar as coisas e apenas aceitá-las como verdades absolutas e imutáveis (leia-se até a próxima tendência aparecer no corpinho de uma “moça do blog”…e o  resto vocês já sabem)?!

Errar é mais que humano, é preciso…Se na vida erramos e aprendemos com o acontecido, por que na moda deveria ser diferente? O resultado disso é crescimento, e é disso que estamos precisando, porque agüentar essa linearidade copiada já cansou!

zooeydeschanel:

My ready for spring French manicure by @nettiescrub ! (Taken with instagram)
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zooeydeschanel:

My ready for spring French manicure by @nettiescrub ! (Taken with instagram)

E mais um vídeo de uma grande grife chega ao nosso olhar…E, bem, perdoem-me meu francês, não, não se trata de apenas “mais um vídeo”.

A Louis Vuitton acaba de lançar o primeiro de uma série de vídeos que vai falar de algumas cidades ao redor do mundo com muita poesia…

No primeiro vídeo da série, Hong Kong é a homenageada da vez. Mas entre uma bela direção assinada por Jean-Claude Thibault e uma voz suave narrando a incrível e surpreendente delicadeza de uma cidade de aço, o que mais encanta é a forma com que a cidade é retratada: uma bela mulher.

E se falar mais de cidade do que de passarela é fator comum na moda há um certo tempo (amen to that), esse vídeo é mais do que um presente para quem olha para o desdobramento de ruas seja lá de onde for, como uma poesia interminável, cheia de mistérios a serem desvendados e significados a serem compreendidos.

O olhar voltado para a cidade é capaz de excitar o espírito criativo de uma forma inexplicável, afinal, ver como pessoas ao redor do mundo “interpretam” as criações dos mais diversos designers ou como trazem peças de “outros dias” para um contexto extremamente atual, é, para mim, a cereja do bolo.

E se nas palavras de Amyr Klink “Um homem precisa viajar”, o mundo da moda parece entender isso como ninguém!

mugler:

#Mugler @formichetti in @MarieClaire_it SS12 special
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mugler:

#Mugler @formichetti in @MarieClaire_it SS12 special

(via nicolaformichetti)

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